
Sinto o meu corpo tatuado...
Tatuado com ferro em brasa!
Não imagens que eu escolhi
Mas marcas que me impuseram!
Cada tatuagem tem seu significado
Não de sorte, de amor,
Mas sim de desilusão, de sofrimento...
Constante...
A cada dia que passa
Mais me desiludo
Com este...
Com aquele...
Com todos...
Com Ninguém...
Sinto o corpo dorido
Mas, acima de tudo, a alma!
O meu corpo caminha no presente
Todavia, minh’alma está encurralada...
Encurralada em grades invisíveis
Feitas de oceano gelado
Que, no meu corpo, se transformam
Em marcas de fogo incandescente!
Sim! Estou cansada.
Cansada de tatuagens...
De desilusões...
Mas, porquê?
Porquê tanta desilusão?
Tanto sofrimento?
Tanta incerteza no caminhar?
As lágrimas que derramo
Não molham a face,
Mas queimam a alma...
Tatuado com ferro em brasa!
Não imagens que eu escolhi
Mas marcas que me impuseram!
Cada tatuagem tem seu significado
Não de sorte, de amor,
Mas sim de desilusão, de sofrimento...
Constante...
A cada dia que passa
Mais me desiludo
Com este...
Com aquele...
Com todos...
Com Ninguém...
Sinto o corpo dorido
Mas, acima de tudo, a alma!
O meu corpo caminha no presente
Todavia, minh’alma está encurralada...
Encurralada em grades invisíveis
Feitas de oceano gelado
Que, no meu corpo, se transformam
Em marcas de fogo incandescente!
Sim! Estou cansada.
Cansada de tatuagens...
De desilusões...
Mas, porquê?
Porquê tanta desilusão?
Tanto sofrimento?
Tanta incerteza no caminhar?
As lágrimas que derramo
Não molham a face,
Mas queimam a alma...
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