quinta-feira, 23 de setembro de 2010


Deixei que a escuridão me envolvesse
Pouco a pouco, senti que à minha volta o casulo se fechava
As janelas cerravam, as portas trancavam,
As amarras aprisionavam-me…
O silêncio começava a reinar!
As luzes foram esvanecendo dentro do quarto
E, de mim…
Sentia-me minúscula entre as quatro paredes
Estava sozinha…
Perdida no emaranhado dos meus pensamentos…
Envolta nas tréguas.
Aquele efémero momento tornava-se indispensável.
Às vezes, a solidão não é uma fraqueza
Torna-se uma necessidade!

3 comentários:

Unknown disse...

Olá cara colega!
Vejo que continuas com textos fantásticos, cheios de sentimento! Enfim só a Filomena que eu conhec é que consegue maravilhas destas :)
Espero que esteja tudo bem contigo minha amiga...
Bjos do teu colega meio doido ;)

Bento Lobato de Faria

renato disse...

Parabéns pelo blog, tens uns poemas bem porreiros!
Força nisso

Maria disse...

como é verdade o que neste texto é dito . . .

Às vezes temos mesmo que nos fechar no nosso casulo, no nosso mundo para tentar compreender quem nós somos e o que nos rodeia . . .

Adoreiiii o texto Filomena : D
Q talento!
BeijinhO da Mariaaa