sábado, 8 de janeiro de 2011


Na escuridão da noite, vejo-te!
A tua sombra vagueia pelo meu quarto,
A tua voz ressoa entre as quatro paredes em forma de cicio.
Estás aqui!
Bem junto a mim!
Todavia, não te toco
Não te sinto…
Perto de mim, és-me distante…
Intocável…
Perdida no tempo, assim permaneço,
Tal como âncora fundeada no oceano!