Sinto-me Só...

Sinto-me tão só, neste mundo que não me compreende, nem me quer compreender. Tudo não passa de uma ilusão. De um sonho inacabado. De um filme mal realizado.
O Mundo gira. Eu giro com ele. Ninguém me compreende. Eu não compreendo ninguém. Ando à deriva. Sinto-me só, mesmo acompanhada. Contemplo o horizonte. Refugio-me na escuridão. Penso no que poderia fazer e não fiz, por mero medo. Calculo as pessoas que se vão para longe deste Mundo, onde o maior nem sempre é o mais forte.
A realidade é tão diferente daquela que existe nos livros encantados, nas revistas cor-de-rosa, onde existem príncipes encantados, belos castelos, Mundos perfeitos, Amor por todo o lado. A realidade é tão dolorosa. Liga-se a TV, onde está esse Amor? Esse Mundo Perfeito? Os príncipes encantados? Tudo não passa de uma ilusão, que me faz sentir perdida, sozinha. Observam-se guerras, ódio. A luz do dia traz mais um atentado terrorista, mais um mar de sangue. Porquê? Será que ninguém quer saber do que se passa neste Mundo? Será que o dinheiro é mais importante do que o bem-estar da humanidade?
Sinto-me sozinha. Quando fecho os olhos imagino um novo Mundo, que não passa de mais um sonho distante, um sonho lindo, lindo demais para ser verdade. Apetece-me chorar contudo as lágrimas queimam a minha face, deixam marcas profundas, pois sei que nunca ninguém me irá compreender. Ninguém irá ver o Mundo como eu. Sinto-me uma estranha na minha própria casa. Não consigo partir as correntes que me prendem a este Mundo, libertar-me, ser feliz longe de tudo. Construir passo a passo, pedra a pedra o meu próprio Mundo. Secar para sempre as lágrimas, libertar aquele sorriso que o Mundo me obrigou a prender a sete chaves.
Deixo-me embalar pela escuridão. Só ela me vê chorar. Só ela vê corações partidos. Só ela é capaz de esconder aquilo que a luz do sol mostra. Ela esconde aquele azul lindo, brilhante, feliz, calmo do céu. Um azul que só vê sofrimento, agitação, tristeza. A escuridão esconde o medo, o meu medo de encarar o Mundo. O meu medo de chorar, de me sentir sozinha num Mundo com milhões de habitantes.
O Mundo gira. Eu giro com ele. Ninguém me compreende. Eu não compreendo ninguém. Ando à deriva. Sinto-me só, mesmo acompanhada. Contemplo o horizonte. Refugio-me na escuridão. Penso no que poderia fazer e não fiz, por mero medo. Calculo as pessoas que se vão para longe deste Mundo, onde o maior nem sempre é o mais forte.
A realidade é tão diferente daquela que existe nos livros encantados, nas revistas cor-de-rosa, onde existem príncipes encantados, belos castelos, Mundos perfeitos, Amor por todo o lado. A realidade é tão dolorosa. Liga-se a TV, onde está esse Amor? Esse Mundo Perfeito? Os príncipes encantados? Tudo não passa de uma ilusão, que me faz sentir perdida, sozinha. Observam-se guerras, ódio. A luz do dia traz mais um atentado terrorista, mais um mar de sangue. Porquê? Será que ninguém quer saber do que se passa neste Mundo? Será que o dinheiro é mais importante do que o bem-estar da humanidade?
Sinto-me sozinha. Quando fecho os olhos imagino um novo Mundo, que não passa de mais um sonho distante, um sonho lindo, lindo demais para ser verdade. Apetece-me chorar contudo as lágrimas queimam a minha face, deixam marcas profundas, pois sei que nunca ninguém me irá compreender. Ninguém irá ver o Mundo como eu. Sinto-me uma estranha na minha própria casa. Não consigo partir as correntes que me prendem a este Mundo, libertar-me, ser feliz longe de tudo. Construir passo a passo, pedra a pedra o meu próprio Mundo. Secar para sempre as lágrimas, libertar aquele sorriso que o Mundo me obrigou a prender a sete chaves.
Deixo-me embalar pela escuridão. Só ela me vê chorar. Só ela vê corações partidos. Só ela é capaz de esconder aquilo que a luz do sol mostra. Ela esconde aquele azul lindo, brilhante, feliz, calmo do céu. Um azul que só vê sofrimento, agitação, tristeza. A escuridão esconde o medo, o meu medo de encarar o Mundo. O meu medo de chorar, de me sentir sozinha num Mundo com milhões de habitantes.